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Actualizado: há 55 minutos 50 segundos atrás

U.Porto com mais de 390 participantes na Corrida dos Ossos Saudáveis

Ter, 17/10/2017 - 14:30

Mais de 390 UPRunners na Corrida dos Ossos Saudáveis.

Uma manhã bem passada num ambiente descontraído e animado. Foi assim a Corrida dos Ossos Saudáveis que juntou, na Rotunda da Boavista, cerca de 400 estudantes Erasmus e membros da comunidade U.Porto entre os participantes do evento.

A U.Porto participou com a sua equipa UPRunning e as instrutoras UPFit que aqueceram todos os participantes.

A estudante da FMUP Sónia Barros foi a primeira atleta a cortar a meta.

Um destaque para os melhores “UPRunners”. A estudante Sónia Barros foi a primeira a cortar a meta e Ângela Carvalho terminou os 10 km na terceira posição entre 153 participantes da prova feminina. Sílvia Santos foi a terceira melhor UPRunner, 7.º lugar na classificação geral feminina.

Os três atletas masculinos da equipa UPRunning melhor classificados foram Diogo Delgado, primeiro entre os UPRunners e 9.°lugar na classificação geral entre 572 participantes. Seguindo-se Manuel Curral em 13.º lugar e André Silva 18.º classificado.

Um domingo saudável que promete repetir-se para toda a comunidade U.Porto.

Para quem já tem saudades pode participar no grupo de corrida UPRunning todas as quartas-feiras.

Este grupo é gratuito, aberto a toda a população e com um ritmo ajustável a qualquer pessoa. Ao completar os objetivos pode ganhar a t-shirt UPRunning ou até mesmo acesso gratuito a uma corrida da cidade do Porto.

Investigadores CINTESIS vencem Prémios de Alergologia

Ter, 17/10/2017 - 10:11

Investigadores do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, unidade de I&D da Universidade do Porto, ganharam dois importantes prémios na área da Alergologia a nível nacional.

As distinções foram atribuídas no âmbito da 38ª Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), subordinada ao tema “Alergia e Qualidade de Vida”, que decorreu neste mês outubro, na Figueira da Foz.

O Prémio SPAIC – AstraZeneca 2017 foi entregue ao projeto “FRASIS – Monitorização da Função Respiratória na Asma utilizando os Sensores Integrados do Smartphone”, assinado por Mariana Couto, Rute Almeida, Rita Amaral, Altamiro Costa Pereira, Ana Ferreira, Alberto Freitas, Cristina Jácome, Pedro Marques, Pedro Rodrigues e Ana Sá-Sousa, todos eles investigadores do CINTESIS.

“A estratégia do FRASIS é desenvolver, integrar e validar um conjunto de tecnologias de informação e comunicação (TIC) de saúde móvel (mHealth) para a monitorização remota, usando apenas o smartphone e os seus sensores integrados”, explicam os autores. Espera-se, desta forma, obter “um maior envolvimento e capacitação do doente no seu tratamento, fornecendo informação prospetiva de qualidade para uma melhor decisão clínica”.

Já o Prémio de Melhor Comunicação SPAIC 2017 foi entregue ao trabalho intitulado “Identificar Casos de Asma em Estudos Epidemiológicos: Desenvolvimento e Validação de Modelos Multivariados de Previsão”. Ana Sá-Sousa é a primeira autora deste estudo, no qual participaram também Ana Margarida Pereira, Luís Araújo, Mariana Couto, Tiago Jacinto, Alberto Freitas e João Fonseca.

“Os dois modelos desenvolvidos e validados permitirão identificar casos de asma em estudos epidemiológicos e/ou rastreio de asma”, indica Ana Sá-Sousa, que analisou os dados de centenas de adultos incluídos no estudo nacional ICAR – Impacto e Controlo da Asma e Rinite.

Estima-se que as doenças alérgicas afetem cerca de um terço da população portuguesa. A rinite alérgica é a mais comum, atingindo 25% dos portugueses, enquanto a asma atinge cerca de 7% da população.

Zurique recebe o primeiro encontro Alumni FEUP

Seg, 16/10/2017 - 16:53

A embaixada Alumni FEUP da Suíça foi criada em 2013 (foto: D.R.)

Da Áustria ao Porto, no passado sábado, 13 de outubro, todos os caminhos foram dar a Zurique, num encontro alumni promovido por Liliana Duarte, Embaixadora Alumni da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

O jantar convívio teve lugar em Kloten e contou com 35 participantes, incluindo um vasto leque de gerações de engenheiros, encabeçada pelo diretor da FEUP, João Falcão e Cunha. Este encontro permitiu não só a troca de experiências, como também fomentou o networking e relação interpessoal de todos os participantes. Segundo as palavras da embaixadora Alumni “compareceram todos os inscritos (…) Todos cheios de boa disposição de diferentes idades e cursos. Alumni que estão cá há meses e outros que estão quase há 20 anos!”

Esta diversidade também se reflete no número de instituições do norte ao sul do país presentes no evento: a sua maioria da FEUP, mas também de outras faculdades da Universidade do Porto, assim como da Universidade de Aveiro; Universidade de Coimbra; Instituto Superior Técnico; Universidade de Lisboa; Escola Superior Tecnológica do Barreiro e Instituto Superior de Agronomia.

Os dados foram lançados! Com um programa ambicioso para o ano de 2017/ 2018, a embaixada alumni FEUP na Suíça promete um ano repleto de atividades sociais, culturais e de partilhas de experiências, cuja génese é apenas uma: manter vivo o espírito FEUP!

“O imposto sobre o sal pode ser benéfico, mas é necessário monitorizar esta intervenção”

Seg, 16/10/2017 - 16:14

A investigadora do ISPUP, Andreia Oliveira, realça a necessidade de monitorizar a medida que prevê a criação de um imposto sobre bolachas, biscoitos, cereais e batatas fritas que tenham um teor de sal igual ou superior a 1 grama por cada 100 gramas de produto.

A proposta de Orçamento do Estado para 2018 prevê a criação de um imposto sobre bolachas, biscoitos, cereais e batatas fritas que tenham um teor de sal igual ou superior a 1 grama por cada 100 gramas de produto. Andreia Oliveira, da Unidade de Investigação em Epidemiologia (EPIUnit) do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) e Coordenadora Nacional de Campo do Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física (IAN-AF), cujos resultados foram divulgados ao público em março deste ano, apoia a medida, mas chama a atenção para a necessidade de monitorizar esta intervenção.

A alimentação e a nutrição estão crescentemente a ser alvo das políticas públicas de saúde em Portugal. A taxação de produtos alimentares menos saudáveis, como os produtos processados ricos em açúcar e sal, parece ser uma das apostas do Governo português.

“Este tipo de intervenções legislativas enquadram-se no âmbito da prevenção primordial e visam prevenir doenças relacionadas com a alimentação, de que são exemplo a diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade. De acordo com dados do Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, quase 6 em cada 10 Portugueses têm pré-obesidade ou obesidade”, refere Andreia Oliveira.

Depois da taxação das bebidas açucaradas, o Governo quer agora avançar para os alimentos ricos em sal. Segundo dados do IAN-AF, 70% dos portugueses consome mais do que 5 gramas de sal por dia, que é a recomendação atual da Organização Mundial de Saúde (OMS), e estas percentagens sobem a partir da adolescência, sendo que a média de consumo nesta faixa etária (10-17 anos) e na idade adulta (18-65 anos) se aproxima das 8 g de sal por dia.

Segundo os resultados avançados pelo IAN-AF, os alimentos que mais contribuem para este elevado aporte são o pão, o sal adicionado na confeção de alimentos, como o arroz, batatas e massas e a sopa. “Aquando da implementação da ‘lei do sal no pão’, um dos passos seguintes apontados foi a intervenção nas sopas da Restauração Coletiva, mas isto nunca se verificou, pelo menos numa perspetiva abrangente”, diz a investigadora.

Destes resultados percebe-se que, “se por um lado a literacia alimentar continua a ser muito importante, ensinando às pessoas a confecionar com menos sal e a fazer uma leitura comparativa dos rótulos dos alimentos, é igualmente urgente modificar os ambientes alimentares e aumentar as disponibilidades de ofertas mais saudáveis, por exemplo reduzindo o teor de sal nas sopas”, continua. Para além disso, “será igualmente importante que as taxas agora aplicadas revertam para a promoção de uma alimentação saudável e para a prevenção da doença”.

O enquadramento destas ações numa política nacional de alimentação e nutrição será o caminho a seguir, bem como a monitorização do impacto deste tipo de intervenções na saúde pública.

U.Porto em destaque na reunião anual da International Association of Universities

Seg, 16/10/2017 - 13:29

Pedro Teixeira, vice-reitor da U.Porto e presidente do CIPES – Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior, vai proferir a conferência de abertura da reunião anual da IAU.

O vice-reitor da Universidade do Porto com o pelouro da Formação e Organização Académica, Pedro Teixeira, será o orador convidado da sessão de abertura da conferência anual da International Association of Universities (IAU), que este ano se realiza em Acra, capital do Gana, de 17 a 18 de outubro.

Numa conferência que reúne centenas de reitores, vice-reitores e administradores universitários de todos os continentes, Pedro Teixeira vai proferir a palestra de abertura que tem por título o próprio tema do encontro: Leadership for a changing public-private higher education funding landscape.

Em análise estarão os novos desafios de financiamento que se colocam a instituições públicas e privadas de grande parte dos sistemas de ensino superior de todo o mundo, em particular as alterações que se têm feito aos tradicionais modelos de financiamento para os sistemas públicos e privados, cada vez mais complexos e transformados em modelos de financiamento diversificado e diferenciado.

Este tema é precisamente uma das principais linhas de investigação que Pedro Teixeira tem desenvolvido enquanto investigador e director do Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior (CIPES). O vice-reitor da Universidade do Porto explica que “em muitos países a questão financiamento público como único ou principal meio de financiamento das instituições públicas tem sido posta em questão e é indispensável que os líderes universitários estejam preparados para gerir uma nova realidade de financiamento público mais exigente e em que existe a necessidade de encontrar fontes supletivas de financiamento”.

Em vários estudos que Pedro Teixeira realizou sobre o financiamento das instituições de ensino superior a nível global, o investigador identificou quatro principais desafios que esta realidade coloca aos líderes das instituições em diferentes partes do globo.

O primeiro destes desafios é a tendência da partilha de custos entre Estado e Sociedade para financiar o sistema de Ensino Superior, conduzindo a uma introdução de procura de novas fontes de financiamento privado para suportar as instituições públicas tais como o contributo dos estudantes e das famílias, dos alumni, ou de empresas e outras organizações. Um segundo desenvolvimento refere-se à tendência crescente dos governos em determinar o nível de financiamento de cada instituição tendo por base os seus resultados e níveis de desempenho, colocando a gestão universitária sob pressão para uma maior eficiência e eficácia na prossecução dos objetivos definidos. Um terceiro desafio é a tendência crescente de muitos governos em escolherem concentrar o financiamento nalgumas instituições, nomeadamente naquelas que se encontram mais bem colocadas nos principais rankings internacionais de ensino superior. Por fim, e relacionado com este último, observa-se uma tendência para promover a colaboração ou mesmo a fusão de instituições por forma a ganhar escala para aumentar atratividade e posicionamento nos rankings internacionais.

Fátima Marinho, vice-reitora da U.Porto e membro do Conselho de Administração da IAU, será moderadora de um dos painéis de debate da conferência.

Nas palavras de Pedro Teixeira “estas tendências criam um contexto de desafio crescente aos líderes universitários de todo o mundo, onde a concorrência e a produtividade mensurável assumem uma nova preponderância, colocando em questão o perfil das lideranças, habitualmente mais centradas na promoção das missões académica e científicas, as quais têm hoje de ser complementadas com outras de natureza organizacional e financeira”. A intervenção do vice-reitor da U.Porto irá precisamente centrar-se na capacidade que reitores, vice-reitores e administradores universitários presentes na reunião anual da IAU terão (ou não) para responder a estes desafios.

Contudo, para além da intervenção de Pedro Teixeira, a Universidade do Porto será também representada neste encontro por Fátima Marinho, vice-reitora com o pelouro das Relações Externas e Cultura que foi recentemente eleita como membro do Conselho de Administração da IAU. Fátima Marinho irá moderar um dos painéis de debate da conferência, dedicado ao tema “Tensions between academic, economic and social missions of Higher Education”.

Recorde-se que a International Association of Universities, que conta já com 67 anos de existência, é a associação mundial de instituições de ensino superior sedeada na UNESCO. Atua como a representante independente das universidades de todo o mundo junto desta agência das Nações Unidas e de outras organizações internacionais, nacionais e regionais de educação.

Reunindo mais de 600 instituições e organizações de cerca de 130 países – incluindo a Universidade do Porto –, a IAU tem como missão promover o espírito colaborativo entre as instituições de ensino superior, aplicando os valores e princípios fundamentais que sustentam a procura, a disseminação e a aplicação do conhecimento. A associação defende políticas e práticas de ensino superior que respeitem diferentes perspetivas, promovam a responsabilidade social e incentivem a aprendizagem mútua entre instituições.

Galeria da Biodiversidade expõe a maior “arca fotográfica” do mundo

Dom, 15/10/2017 - 11:30

Aparentemente maravilhada, uma fêmea de gorila-ocidental-das-terras-baixas com seis semanas é fotografada no Jardim Zoológico de Cincinnati. (Fotografia por Joel Sartore)

A National Geographic escolheu a Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), para apresentar pela primeira vez vez na Europa a exposição fotográfica Photo Ark, que pretende ser um apelo à preservação das espécies.

A história desta exposição começou em 2005 quando Kathy, a mulher do fotógrafo Joel Sartore, foi diagnosticada com cancro da mama. Entre tratamentos e intervenções cirúrgicas, o fotógrafo da National Geographic decidiu fazer uma pausa no trabalho para poder acompanhar a família. Muito perto de sua casa no estado norte-americano do Nebraska ficava o Jardim Zoológico Lincoln Children’s e foi durante este período de tempo que o fotógrafo se questionou sobre o contributo que poderia dar para contrariar a crescente tendência do desaparecimento das espécies animais.

Esta ideia levou Joel Sartore a falar com o presidente do Jardim Zoológico e a pedir autorização para fotografar alguns animais. Com a criação de um fundo branco para a fotografia, precisava “apenas” que o animal permanecesse quieto. O primeiro retrato que fez, em 2006, foi de um rato-toupeira-pelado. Foi este pequeno animal que inspirou Joel Sartore a fazer sua missão fotografar o maior número de espécies cativas possíveis de forma a chamar à atenção do mundo para a importância da preservação.

Assim nasceu o Photo Ark, projeto que se assume como uma Arca de Noé dos tempos modernos, colecionando através da fotografia todas as espécies animais existentes no mundo. Até ao momento, o Joel Sartore já fotografou mais de 7.000 espécies, mas o objetivo final do Photo Ark é documentar 12 mil espécies de animais cativos e em vias de extinção, constituindo a maior “arca fotográfica” de animais do mundo.

Nesta imagem, um leopardo-de-amur chamado Usi, do Jardim Zoológico de Omaha, no Nebrasca, foi fotografado enquanto fazia a sua ronda pelo fotógrafo da National Geographic Joel Sartore.

Na mensagem de boas-vindas à exposição, o Diretor do MHNC-UP, Nuno Ferrand, e a Vice-Presidente Executiva da National Geographic Partners em Portugal e Espanha, Vera Pinto Pereira, reforçam que “cada fotografia é um apelo à mobilização da sociedade civil para a proteção das espécies do planeta, retratando-as em todo o seu esplendor e sublinhando aquilo que as torna únicas e admiráveis”. Acrescentam que a National Geographic “encontrou a localização perfeita no Porto, na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, um espaço onde a arte se cruza com a biologia e a história natural para celebrar a diversidade da vida”.

Nos 250 metros quadrados que constituem as salas de exposições temporárias da Galeria da Biodiversidade – Centro de Ciência Viva vão estar patentes cerca de 40 fotografias da coleção de Joel Sartore, infografias e vídeos de várias espécies em perigo. A exposição, que já passou pelos Estados Unidos e pela Austrália, abre ao público no dia 18 de outubro e ficará patente até ao dia 29 de abril de 2018.

A exposição, tal como a própria Galeria da Biodiversidade, estará aberta de terça a domingo, das 10h00 à 18h00, com a última entrada a fazer-se às 17h30. Consulte todas as informações sobre preços e condições de acesso aqui.

CINTESIS dá início a estudo piloto para colmatar défice de iodo nas crianças

Sáb, 14/10/2017 - 10:30

Conceição Calhau lidera o estudo de intervenção  IoGeneration@Lisboa

Uma equipa de investigadores do CINTESIS, unidade de investigação com sede na Universidade do Porto, vai dar início a um estudo-piloto que tem como objetivo diminuir a carência de iodo nas crianças em idade escolar. O projeto, de caráter interventivo, vai envolver mais de 700 crianças entre os 6 e os 12 anos de idade de um agrupamento de escolas no centro de Lisboa e arranca na semana em que se celebra o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro).

O estudo integra-se no IoGeneration – um projeto europeu que recebeu meio milhão de euros de fundos europeus para avaliar o estado do iodo em Portugal. Os resultados dessa avaliação foram alarmantes. “O IoGeneration revelou que um terço das crianças portuguesas com idades entre os 6 e os 12 anos apresenta níveis insuficientes de iodo, o que pode comprometer o seu desenvolvimento cognitivo”, lembra Conceição Calhau, investigadora do CINTESIS.

Foi por isso que a líder do IoGeneration decidiu que o projeto não poderia ficar por aqui e, depois de apresentar uma proposta de suplementação nacional junto da Comissão Parlamentar da Saúde, juntou esforços com a Direção Geral da Educação (DGE) e outros parceiros para operacionalizar um estudo-piloto, de caráter interventivo, que permita testar uma estratégia para corrigir os níveis de iodo das crianças. “O objetivo é que esta estratégia venha apresentar resultados positivos na saúde das crianças, devendo depois ser replicada por todo o país”, adianta a Conceição Calhau.

Assim, na semana que tem início com o Dia Mundial da Alimentação, a equipa de investigação dá o pontapé de saída do projeto com a recolha das primeiras amostras de urina dos alunos do Agrupamento de Escolas Dona Filipa de Lencastre, em Lisboa. O objetivo é avaliar os níveis de iodo das crianças antes da alimentação escolar ser alterada.

Depois, durante todo o ano letivo, a equipa de investigação vai apoiar a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) no acompanhamento das refeições na cantina da escola, para garantir que os estudantes ingerem pelo menos uma refeição rica em iodo.

“Serão ainda realizadas sessões educativas com os pais para os sensibilizar para os problemas decorrentes da carência de iodo e para as melhores formas de contrariar esse défice”, acrescenta Diogo Pestana, que também integra a equipa do CINTESIS que estará no terreno. A ideia é aumentar consideravelmente os níveis de literacia dos pais e dos educadores relativamente ao consumo de iodo e alavancar mudanças de comportamento.

Os testes finais, que permitirão comparar os níveis de iodo e o desenvolvimento geral das crianças antes e depois do estudo de intervenção, serão realizados no final do ano letivo.

Recorde-se que a necessidade diária de iodo se situa entre as 90 a 150 microgramas, em função da idade da criança. Este é um micronutriente fundamental para o desenvolvimento saudável do cérebro e do sistema nervoso, nas crianças.

Artur Santos Silva é o novo Presidente do Conselho Geral da U.Porto

Sex, 13/10/2017 - 20:30

Artur Santos Silva recebeu o título de Doutor Honoris Causa da U.Porto a 30 de novembro de 2010, por proposta da Faculdade de Belas Artes.

Artur Santos Silva foi hoje eleito pelos seus pares como Presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto, naquela que foi a primeira reunião do próximo mandato de quatro anos deste órgão de governo da U.Porto.

A eleição decorreu após a tomada de posse das seis personalidades da sociedade civil cooptadas para completarem o novo quadro de 23 membros do Conselho Geral, após as recentes eleições que determinaram os nomes dos representantes de professores, investigadores e funcionários não docentes que compõem o Conselho Geral.

Os 23 lugares do Conselho Geral da U.Porto distribuem-se pelos 12 representantes dos docentes e investigadores, um representante dos não docentes e não investigadores e quatro representantes dos estudantes, aos quais se juntam as seis personalidades externas cooptadas pelos membros eleitos.

É deste grupo de personalidades externas à Universidade que é obrigatoriamente eleito o Presidente do Conselho Geral, uma honra que coube este ano a Artur Santos Silva. O gestor que já serviu como Presidente do Conselho Geral da Universidade de Coimbra sucede assim ao Juiz Conselheiro Alfredo José de Sousa, que desempenhou as mesmas funções durante os últimos quatro anos.

Artur Santos Silva desenvolveu a maior parte da sua carreira profissional como presidente da Comissão Executiva e do Conselho de Administração do BPI. Contudo, é a sua extensa atividade cívica, particularmente no apoio às artes e à cultura, que Artur Santos Silva mais se destaca na sociedade portuguesa e que justificou a atribuição do título de Doutor Honoris Causa por proposta da Faculdade de Belas Artes da U.Porto. Do seu longo currículo destaca-se ainda a presidência da Fundação Calouste Gulbenkian, da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República ou da “Porto – Capital Europeia da Cultura 2001”.

A Artur Santos Silva juntaram-se hoje, como novos membros cooptados do Conselho Geral da Universidade do PortoFrancisca Carneiro Fernandes, presidente do Conselho de Administração da Teatro Nacional São João EPE, José António de Sousa Lameira, Juiz Conselheiro que presidiu ao Tribunal da Relação do Porto de 2010 a 2015, Maria Geraldes, membro do Órgão de Acompanhamento das Dinâmicas Regionais do Norte da CCDR-N e antiga presidente do Instituto Português da Juventude (2004-2007), Pedro Silva Dias, Presidente do Conselho Diretivo da Agência para a Modernização Administrativa, e Sérgio Guedes Silva, consultor das Nações Unidas no World Food Programme e presidente da associação G.A.S. Porto – Grupo de Ação Social do Porto.

Recorde-se que o Conselho Geral é um dos três órgãos máximos de governo da Universidade do Porto, cabendo-lhe a definição do desenvolvimento estratégico, bem como a orientação e a supervisão da instituição. Entre as suas competências está a eleição do Reitor da Universidade e a aprovação da fixação do valor das propinas, do plano e relatório de atividades anuais consolidados, dos planos estratégicos de médio prazo da Universidade e das suas Faculdades e das linhas gerais de orientação da instituição no plano científico, pedagógico, financeiro e patrimonial.

U.Porto acolhe novos estudantes da segunda e terceira fases

Sex, 13/10/2017 - 18:10

Este ano, entraram na Universidade do Porto mais de 4100 candidatos. (Foto: Egidio Santos/U.Porto)

Na segunda e terceira fases de acesso ao ensino superior, a Universidade do Porto teve 511 novos estudantes colocados. As colocações decorrem das vagas sobrantes da primeira e segunda fases e destinam-se a potenciais candidatos interessados em prosseguir estudos na U.Porto. Depois de matriculados, nos próximos dias 18 e 19 de outubro – quarta e quinta-feira, entre as 16h00 e as 19h00 – os novos estudantes são convidados a dizer “Olá Futuro”, nas sessões de acolhimento e introdução à vida universitária.

No dia 18 de outubro, a receção realiza-se no E-Learning Café Asprela e, no dia 19, no E-Learning Café Jardim Botânico. Os novos estudantes das 2.ª e 3.ª fases podem visitar os espaços, em qualquer um dos dias, dentro do horário indicado. Nestes dias, terão oportunidade de levantar o Kit de Estudante – que inclui toda a informação sobre a Universidade e os seus serviços, juntamente com a capa, um autocolante, a t-shirt e o saco da U.Porto – e conhecer as diferentes estruturas de apoio aos estudantes (bolsas de estudo, alojamento, atividades culturais e desportivas, entre outras).

No concurso de acesso ao ensino superior deste ano, a Universidade do Porto chegou aos 100% na taxa de preenchimento de vagas, tendo registado tantos estudantes colocados (4.185) quantas as vagas disponibilizadas.

FEP e Ordem dos Economistas promovem 2.ª edição da Economia e o Futuro

Sex, 13/10/2017 - 17:06

A Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) promove no próximo dia 19 de outubro, às 18h00, no seu Salão Nobre, a conferência “Investimento Transformacional e Política Industrial”, que contará com a participação de Mário Rui Silva (Sigma Team Consulting e FEP) e Helder Vasconcelos (FEP).

Trata-se da primeira conferência da segunda edição do ciclo “A Economia e o Futuro”, promovido pela FEP em parceria com a Ordem dos Economistas, o qual contempla quatro sessões públicas de análise e debate de questões relacionadas com “Investimento Transformacional”.

Além das conferências, este ciclo integra também um concurso de ensaios destinado a estudantes da FEP inscritos nas licenciaturas e mestrados, os quais contarão com orientação por parte de estudantes dos doutoramentos FEP. Ao melhor ensaio será atribuído um prémio monetário de 1.500 euros.

Luís Pedro Machado e Ana Rute Dourado apresentaram os seus trabalhos no 7º Congresso Nacional dos Economistas

“A Economia e o Futuro” é uma iniciativa virtuosa em diversas vertentes. Desde logo, consubstancia uma colaboração entre a Ordem dos Economistas e a Academia, neste caso com a Universidade do Porto, com incidência, por um lado, na análise económica aplicada e, por outro lado, na participação ativa dos estudantes dos três graus de formação universitária (licenciatura, mestrado e doutoramento) ”, salienta Álvaro Aguiar, diretor do Mestrado em Economia da FEP e corresponsável pela organização deste ciclo.

Os dois estudantes da FEP distinguidos na edição anterior – Luís Pedro Machado (1º prémio) e Ana Rute Dourado (menção honrosa), ambos estudantes do Mestrado em Economia – apresentaram um resumo dos seus trabalhos no 7º Congresso Nacional dos Economistas, na passada quinta-feira, em Lisboa.

Mais informações aqui.

Feira de Emprego da U.Porto com mais de 3000 oportunidades de carreira

Sex, 13/10/2017 - 16:26

A FINDE.U 2017 realiza-se de 178 a 18 de outubro, na Exponor.

Cerca de 150 empresas, associações e organismos públicos vão oferecer mais de 3000 oportunidades de emprego e estágio para estudantes e antigos estudantes universitários na FINDE.U – Feira Internacional de Emprego Universitário, a decorrer de 17 a 18 de outubro, das 10 às 18 horas, no Centro de Congressos da Exponor.

Empregadores nacionais e internacionais de todos os setores de atividade, desde o retalho até às novas tecnologias, a gestão, a engenharia, a indústria, a banca ou os serviços, estarão presentes na FINDE.U com o propósito de recrutar para as suas organizações estudantes e diplomados universitários de todas as áreas de formação.

A entrada é gratuita e a Universidade do Porto providencia transporte gratuito entre as faculdades e a Exponor para toda a comunidade académica. Das 9h30 às 18 horas, de 30 em 30 minutos, dois autocarros irão partir do Polo da Asprela e do Polo do Campo Alegre em direção à FINDE.U e vice-versa, com paragens em praticamente todas as faculdades da U.Porto.

Cerca de 150 empregadores vão estar presentes na FINDE.U com o objetivo de recrutar estudantes e diplomados universitários.

Os autocarros que servem o Polo da Asprela iniciam a sua viagem em frente à FEP, parando depois na FEUP / FCNAUP (junto à entrada do parque de estacionamento da FEUP), na FMUP / FADEUP (junto à entrada do Centro de Investigação Médica da FMUP), na FPCEUP / FMDUP (junto à entrada da FPCEUP) e por fim na Exponor.

Já o circuito do Campo Alegre tem início na FCUP (junto ao Planetário), com paragens na FLUP / FAUP (junto à FAUP), na FFUP / ICBAS (nas paragens da STCP em frente ao Palácio de Cristal) e nos Clérigos (ao lado do edifício da Reitoria, na Rua Dr. Ferreira da Silva), antes de seguir diretamente para a Exponor.

Para além de poderem contatar diretamente com as entidades empregadoras que estarão a apresentar as suas oportunidades de recrutamento nos stands do recinto, os visitantes da FINDE.U podem ainda participar numa sessão coletiva de Mentoring e Coaching, marcada para as 15h30 do dia 17, especialmente destinada aos que uma ideia de negócio ou que têm espírito empreendedor. Às 15 horas do dia seguinte, 18 de outubro, os visitantes podem participar no FINDE.U CHALLENGE powered by Education First, que garantirá ao vencedor um curso de línguas de uma semana em Oxford.

Mais de 3000 oportunidades de emprego e estágios estarão disponíveis aos visitantes da FINDE.U.

Os interessados podem fazer o registo prévio da visita através do site www.beamian.com/finde ou inscrever-se no próprio balcão de receção na Exponor. Após este registo e com o cartão de estudante ou, no caso de o participante não o ter, com o cartão cedido pela organização da FINDE.U no balcão de receção das feiras, será possível ao participante passar este cartão no leitor de cartões disponível em cada stand e assim descarregar o seu currículo para a entidade empregadora que visita, sem a necessidade do uso do CV em papel.

Além da inscrição antecipada do currículo, os interessados em participar na FINDE.U podem ir preparando a sua visita à Exponor através da consulta do Guia da Feira, onde podem conhecer a lista de empresas que estarão presentes no recinto, as posições que procuram preencher e algumas dicas importantes sobre como construir o melhor currículo ou fazer o pitch perfeito.

A FINDE.U é uma iniciativa da Universidade do Porto, organizada em parceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Universidade de Vigo e a rede EURES/ IEFP. Após esta edição no Porto, a feira realiza-se nos dias 24 e 25 de outubro na cidade espanhola de Vigo.

Dia Mundial da Alimentação celebrado pela FCNAUP

Sex, 13/10/2017 - 12:37

Dia Mundial da Alimentação vai ser celebrado pela FCNAUP com uma sessão sobre rotulagem nutricional dos alimentos.

A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) vai assinalar o Dia Mundial da Alimentação, que se celebra a 16 de outubro, com uma sessão sobre o tema “Rotulagem Nutricional – Os cidadãos e a informação sobre Nutrição”.

A decorrer no Auditório Ferreira da Silva da Faculdade de Ciências da U.Porto, a partir das 14h30, a sessão terá como ponto alto a primeira apresentação pública do estudo “Portuguese Consumer Attitude Toward Food Labeling”, realizado por investigadores do IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing e da FCNAUP para a Direção Geral de Saúde, com a chancela da Organização Mundial de Saúde.

Apresentado pelos próprios autores – Sandra Gomes, Mafalda Nogueira e Mafalda Ferreira (IPAM) e Maria João Gregório (FCNAUP) –, o estudo feito com base em inquéritos e focus groups com consumidores de todo o território nacional vem revelar a crescente importância que os rótulos alimentares assumem na decisão de compras dos portugueses.

Após a apresentação dos principais resultados do estudo, os mesmos serão comentados por representantes da Organização Mundial de Saúde, que supervisionou cientificamente o projeto. Refira-se, aliás, que que as duas entidades responsáveis pela produção do estudo são neste momento lideradas por dois alumni da FPCEUP: Pedro Graça (alumnus e docente) é Diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção Geral da Saúde e João Breda é o responsável pelo Programa de Nutrição, Atividade Física e Obesidade da Organização Mundial de Saúde na Europa.

A sessão irá depois continuar ao longo da tarde com intervenções de representantes de associações, instituições públicas e empresas de distribuição a propósito da relação e importância da informação nutricional e a defesa do consumidor, a fiscalização do setor, a literacia individual e a distribuição alimentar.

A intervenção de encerramento da sessão caberá a Pedro Graça, Professor Associado, membro do Conselho Executivo da FCNAUP e, como referido anteriormente, Diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável. Já a sessão de abertura estará a cargo dos diretores da FCNAUP, Pedro Moreira, e da Faculdade de Ciências, António Fernando Silva.

O programa completo da sessão pode ser consultado aqui. A entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia.

UPTEC procura ideias que aliem conhecimento e negócio

Qui, 12/10/2017 - 16:46

Escola de Startups do UPTEC conta com a parceira do Vodafone Power Lab. (Foto: UPTEC)

Estão abertas, a partir de 12 de outubro, as candidaturas a mais uma edição da Escola de Startups do UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto. O programa de aceleração de 4 meses vai apoiar 20 ideias que aliem conhecimento e negócio.

A Escola de Startups do UPTEC promove o desenvolvimento e consolidação de projetos empresariais de âmbito criativo, tecnológico e científico. Ao longo de oito edições, já acompanhou mais de 150 ideias de negócio e cerca de 400 jovens empresários.

Com o intuito de validar a viabilidade dos projetos empresariais, o UPTEC elaborou um programa intensivo de formação especialmente criado para ideias de negócios em fase de desenvolvimento, que abordará temas como: modelo de negócio, mercado e estratégia, propriedade intelectual, empresas e lei, finanças, financiamento, produtividade, preço/vendas e comunicação empresarial.

Os promotores das ideias selecionadas para a Escola de Startups terão, também, oportunidade de trabalhar num espaço do UPTEC, fazer parte de uma rede de empresas nacionais e internacionais e receber mentoriade empresários seniores e parceiros estratégicos.

“Nesta edição, intensificamos a ligação do programa à Universidade com iniciativas, abertas à comunidade, que juntam professores e empresários da grande indústria portuguesa. Reforçamos, também, as interações com parceiros especialistas que partilham competências essenciais para a aceleração de uma ideia de negócio. Convidamos, por exemplo, um ator para trabalhar a presença perante uma plateia e a comunicação corporal dos empreendedores.”, destaca Clara Gonçalves, diretora executiva do UPTEC.

As ideias selecionadas para a Escola de Startups têm, também, a possibilidade de receber apoio do Vodafone Power Lab, programa da Vodafone Portugal de incentivo à inovação e ao empreendedorismo. As melhores ideias de natureza tecnológica vão poder frequentar de forma gratuita o programa da Escola de Startups e ficarão, desde logo, habilitados a integrar o Vodafone Power Lab, que além de apoio na incubação, oferece mentoring e formação, entre outras condições que apoiam o desenvolvimento de novas empresas.

Os projetos que pretenderem frequentar a Escola de Startups do UPTEC devem candidatar-se até ao dia 29 de outubro em: www.escoladestartups.org. Os promotores das ideias de negócios selecionadas serão contactados a partir de 6 de novembro.

U.Porto nas 100 melhores do mundo em cinco áreas científicas

Qui, 12/10/2017 - 13:43

A produção científica da U.Porto coloca-a entre as 100 melhores do mundo em cinco áreas de investigação.

A Universidade do Porto está entre as 100 melhores universidades do mundo nas áreas científicas de Engenharia Civil, Ciências Agrárias, Farmacologia e Toxicologia, Engenharia Mecânica e Engenharia Química, de acordo com o recentemente publicado Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities 2017, produzido pela National Taiwan University.

Este ranking é calculado com base no desempenho científico das maiores universidades mundiais no ano de análise e nos 11 anos anteriores, seguindo três critérios: a produtividade, o impacto e a excelência da investigação científica. Com base nestes dados, o ranking fornece avaliações globais das instituições e por cada uma das 14 disciplinas científicas analisadas.

A Universidade do Porto encontra-se classificada entre as 300 melhores do mundo em 13 destas 14 áreas científicas, destacando-se particularmente em cinco áreas, onde se posiciona top 100 mundial.

Engenharia Civil, Ciências Agrárias, Farmacologia e Toxicologia, Engenharia Mecânica e Engenharia Química são as cinco áreas científicas em que a U.Porto se destaca neste ranking.

Assim, o ranking afirma a U.Porto como a 53.ª melhor universidade do Mundo e a 10.ª melhor da Europa na disciplina de Engenharia Civil, a 57.ª melhor do Mundo e a 17.ª da Europa em Ciências Agrárias, a 58.ª melhor do Mundo e a 20.ª da Europa em Farmacologia e Toxicologia, a 73.ª melhor do Mundo e a 21.ª da Europa em Engenharia Mecânica e a 82.ª do Mundo e 17.ª da Europa na área da Engenharia Química.

Na avaliação global da instituição, a Universidade do Porto encontra-se classificada como a 6.ª melhor universidade do espaço ibero-americano, a 93.ª melhor da Europa e a 232.ª do Mundo – uma subida de 22 lugares em relação à classificação obtida no ano anterior.

A classificação deste ano vem assim confirmar a tendência de crescimento que a Universidade do Porto tem mantido desde a primeira edição deste ranking. De facto, nos últimos 10 anos, a Universidade do Porto conseguiu subir 227 posições na classificação mundial, passando do 459.º posto em 2007 para o 232.º deste ano.

U.Porto premiada na European Innovation Academy 2017

Qui, 12/10/2017 - 10:30

A equipa vencedora do pitch final do European Innovation Academy 2017 foi liderada por Pedro Fontes, da U.Porto.

De malas aviadas, cinco participantes selecionados pela U.Porto Inovação (com o apoio do Banco Santander) fizeram-se à estrada em julho. Regressaram em agosto, com uma bagagem ainda mais cheia, mas desta vez de conhecimento, ideias, troca de experiência, muito espírito empreendedor… e um prémio! É este o resultado da participação dos representantes da Universidade do Porto na European Innovation Academy 2017 (EIA), que teve lugar em Cascais entre os dias 16 de julho e 4 de setembro.

Ao todo, foram três semanas de trabalho intensivo, durante as quais os participantes tiveram de trabalhar em equipa. Como refere Pedro Fonte, um dos cinco participantes selecionados para representar a U.Porto: “é uma academia imersiva com 10 horas de trabalho diárias entre palestras, sessões de mentoria e trabalho de equipa”. Mas o trabalho compensa. No caso de Pedro, compensou e muito, pois a equipa de que fez parte foi uma das vencedoras do evento, tendo sido o próprio Pedro a liderá-la até ao pitch final (na foto).

A riqueza da experiência, no entanto, e na opinião do empreendedor doutorado pela Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, não passa só pelos prémios, mas principalmente pela aprendizagem: “Os conhecimentos que adquiri permitem-me abordar qualquer vertente do modelo de negócio de forma objetiva e confiante de forma a levar a start up ao sucesso”, revela. Na opinião de Pedro, todo o networking com os mentores, empreendedores e investidores presentes na EIA 2017 vai ser determinante para que consiga lançar o negócio. Além disso, Pedro valoriza também o “intercâmbio de experiencias e contactos com vários empreendedores de todo o mundo”.

Catarina Runa foi outra das participantes e não podia estar mais de acordo com Pedro: a EIA 2017 foi uma experiência “muito enriquecedora e desafiante” e, na sua opinião, os pontos mais positivos foram a diversidade de conteúdos, mas, sobretudo, os oradores presentes no evento e o que os grupos de trabalho puderam aprender com eles. Quando questionada sobre se a participação na European Innovation Academy 2017 trará frutos para o seu futuro profissional, Catarina não hesita em afirmar que sim: “Os conhecimentos de marketing, customer development e venture deals não são adquiridos na universidade e são muito dependentes do mercado de negócios em startups”, revela Catarina, acrescentando que “a maioria dos empreendedores desconhece muitos destes aspetos, por ser ainda um conhecimento muito empírico”.

A European Innovation Academy é uma “summer school internacional” – engloba mais de 40 nacionalidades e 60 países – de empreendedorismo dirigida a estudantes das melhores universidades americanas, asiáticas e europeias. É um programa de empreendedorismo imersivo, cujo objetivo é oferecer uma experiencia de aprendizagem experimental para ajudar os participantes a fazer a escalar as suas ideias de negócio. Nesta edição estiveram presentes mentores muito experientes como por exemplo, Martin Omander, da Google, Ken Singer, da UC Berkeley, Bill Rechert, da Garage Technology Ventures.

O UPRunning está de volta

Qua, 11/10/2017 - 19:19

UPRunning decorre todas as quartas-feiras com percursos diferentes.

Um grupo de corrida, gratuito, na Universidade do Porto com percursos diferentes todas as semanas. Chama-se UPRunning, decorre às quartas-feiras e é aberto a toda a comunidade.

Cada vez mais a corrida vê aumentar o seu número de praticantes. Pelo simples gosto de correr, porque é saudável, para ficar em forma ou simplesmente porque faz sentir bem. O Centro de Desporto da U.Porto organiza todas as quartas-feiras um plano de corrida para este grupo, que parte sempre às 18h45, mas com diferentes locais de partida.

Na primeira quarta-feira do mês, o grupo UPRunning parte do edifício da Reitoria da U.Porto, na terceira quarta-feira o local de partida é o Estádio Universitário. No Polo II (Asprela), o UPRunning parte todas as quartas-feiras do Pavilhão Luís Falcão.

Neste grupo trabalha-se por objetivos… com direito a prémio! Os participantes que alcançarem os 20 km percorridos recebem a t-shirt UPRunning. Os primeiros três “uprunners” a chegar aos 75km e 150km vão ter acesso gratuito à participação numa corrida na cidade do Porto.

No grupo UPRunning no Facebook pode encontrar os locais, “dicas” sobre técnica de corrida e locais na cidade para correr.

Seniores aprendem segredos da alimentação saudável na FCNAUP

Qua, 11/10/2017 - 16:00

O curso vai decorrer na cozinha experimental da FCNAUP. (Fotos: Egidio Santos/U.Porto)

A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) vai organizar, no dia 11 de novembro, mais uma edição do curso Culinária Saudável UP65+.

Esta formação tem como objetivo otimizar a qualidade de vida na população sénior, através da prática de alimentação saudável. Os destinatários incluem a comunidade em geral com 65 ou mais anos e/ou aos seus cuidadores.

Com componentes teórica e prática, o curso vai abordar a alimentação e culinária saudável e sua relevância para um envelhecimento ativo. Pelo meio, os participantes terão acesso a recomendações alimentares e nutricionais UP65, e culinária saudável UP65, focando nomeadamente a preparação e degustação de um almoço saudável.

O curso vai decorrer entre as 10h00 e as 15h00, na cozinha experimental da FCNAUP, sob orientação de Cláudia Afonso, docente da FCNAUP.

Os interessados devem inscrever-se através do e-mail educacaocontinua@fcna.up.pt 

Mais informações aqui.

Familiares e profissionais de saúde influenciam literacia de doentes crónicos

Qua, 11/10/2017 - 13:52

Estudo de investigadores da EPIUnit do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) alerta para a importância da literacia em saúde distribuída. (Imagem: Pixabay/HansMartinPaul)

A forma como as pessoas com doenças crónicas, nomeadamente a diabetes tipo 2, gerem a sua doença (como aderem aos tratamentos e cumprem a terapêutica) depende, não apenas do seu nível de literacia individual, mas também do modo como usam a sua rede de suporte – familiares, profissionais de saúde, amigos, vizinhos, etc. – para lidar com a patologia. O aviso é deixado num estudo de investigadores da Unidade de Investigação em Epidemiologia (EPIUnit) do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), que alerta para a importância da literacia em saúde distribuída.

A literacia em saúde é uma questão global da saúde pública. Vários estudos mostram que um baixo nível de literacia individual afeta negativamente os indivíduos, quer na forma como compreendem a informação sobre saúde, quer na forma como comunicam com os médicos ou aderem aos tratamentos.

“Na literatura começam a surgir algumas informações sobre o modo como o suporte emocional e funcional influencia positivamente a melhoria dos cuidados continuados de doenças crónicas, como a diabetes tipo 2. Essas melhorias poderão ser mais facilmente alcançadas se for considerada a literacia em saúde distribuída, ou seja, a forma como o conhecimento da doença se distribui pela rede social do indivíduo”, refere Liliana Abreu, primeira autora do estudo.

Liliana Abreu, primeira autora do estudo designado “Distributed health literacy among people living with type 2 diabetes in Portugal: Defining levels of awareness and support”, publicado na revista “Health and Social Care in the Community””.

Para compreender a importância da literacia distribuída em saúde na gestão da doença, os investigadores realizaram um estudo qualitativo e observacional que envolveu pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 (26, no total). Os autores identificaram a rede de suporte (mediadores de saúde) utilizada pelos participantes, o conhecimento que têm da doença, a forma como circulam e navegam nos serviços de saúde, o modo como vivenciam a patologia, entre outros aspetos. “Queríamos perceber como é que as pessoas usam as redes pessoais para concretizarem tarefas relacionadas com a gestão da própria doença. E estamos a falar de tarefas muito básicas, como tomar a medicação ou os cuidados com a alimentação”, diz a investigadora.

Os resultados revelam que o apoio da família, dos amigos e dos profissionais de saúde é relevante para a gestão desta doença crónica. Os indivíduos com menos escolaridade usam os seus mediadores para obterem, essencialmente, auxílio do ponto de vista informacional e funcional, ao passo que as pessoas mais escolarizadas utilizam a sua rede para obterem, sobretudo, suporte de cariz emocional.

Em termos práticos, a investigação chama a atenção para o facto de na gestão de doenças crónicas e de cuidados continuados, como a diabetes tipo 2, existir a necessidade de se criarem espaços de diálogo entre os diferentes mediadores e os pacientes.

“O reconhecimento da literacia em saúde distribuída é inovador e complementa a informação sobre a influência das redes de suporte do indivíduo, para a construção de um sistema de saúde mais sustentável e centrado no doente. Tal representa a atual estratégia global dos cuidados continuados integrados de saúde, onde a coprodução de conhecimento e governação para a saúde se sustenta na provisão de saúde personalizada”, avança Liliana Abreu. “O estudo salienta a necessidade de existir um maior enfoque na literacia em saúde distribuída e não apenas na literacia em saúde individual, uma vez que esta não reside unicamente na forma como se lida com a informação a nível cognitivo. Além disso, os mediadores podem ajudar a compensar o baixo nível de literacia dos doentes. Identificar os mediadores e entender a forma como a distribuição de responsabilidades na gestão da doença se distribui na rede, de modo a permitir uma colaboração mais eficaz entre os profissionais de saúde, família/amigos e media, é crucial”, conclui.

O estudo intitulado “Distributed health literacy among people living with type 2 diabetes in Portugal: Defining levels of awareness and support” foi publicado na revista “Health and Social Care in the Community” e pode ser consultado aqui.

Coliseu do Porto recebe algumas das melhores tunas do país

Qua, 11/10/2017 - 11:10

Esta é a 19ª edição do evento (foto: TEUP in PortusCalle)

A noite de sábado, 14 de outubro, promete casa cheia no Coliseu do Porto. É lá que vai decorrer mais uma edição do festival PortusCalle, uma iniciativa organizada pela Tuna de Engenharia da Universidade do Porto (TEUP) e que conta com a participação de algumas das melhores tunas do país.

À semelhança das edições anteriores, este espetáculo musical tem um forte cariz solidário uma vez que as receitas revertem a favor de uma instituição e causa social, a Associação “Já T’explico”. Trata-se de um projeto que dá apoio escolar a jovens do 2º e 3º ciclo do ensino básico que não tenham possibilidades económicas de o obter através de sessões de explicações pagas. Além disso, esta associação realiza também várias campanhas de angariações de fundos para que os alunos abrangidos pelo plano de explicações recebam também material escolar.

Esta é a 19ª edição do festival e a décima vez consecutiva a decorrer no Coliseu, a maior casa de espectáculos da cidade. Este ano, o cartaz conta com algumas das melhores tunas da atualidade a participar no concurso, com destaque para a Tuna Académica de Lisboa, a Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico , a Luz&Tuna da Universidade Lusíada de Lisboa, a Hinoportuna de Viana do Castelo e a Tuna de Medicina do Porto.

Extra-concurso, vão pisar o palco a Tuna Universitária do Porto, a Tuna Feminina de Engenharia e a tuna anfitriã, a TEUP.

Para os mais corajosos, a Tuna de Engenharia da U.Porto organiza ainda uma festa de encerramento do festival, logo após o espectáculo no Coliseu, no edifício da AEFEUP, junto à Faculdade de Engenharia. Este evento tem entrada livre e promete muita animação.

Em jeito de “pré evento” vão ainda realizar-se serenatas no dia 13 de outubro, no largo da Igreja de São Lourenço dos Grilos. A entrada é gratuita e conta com a participação não só das tunas como também do grupo de fados de engenharia.

Os bilhetes estão à venda no corredor principal da FEUP, no Coliseu do Porto e online em blueticket.com e dividem-se entre estudantes e não estudantes. Quem estuda, terá de desembolsar 4€ se quiser ficar nas galerias e 5€ para ficar na plateia e tribunas. Já os não estudantes terão de pagar 5€ e 7€, respetivamente.

Mais informações na página de facebook do evento ou através do email portuscalle@teup.pt.

FMUP em destaque no XXIV Congresso da Sociedade Portuguesa de Ortodontia

Ter, 10/10/2017 - 17:52

Rute Sofia Ferreira, estudante da Especialização em Ortodoxia Clínica, recebeu o prémio de melhor postar científico.

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) esteve em destaque durante o XXIV Congresso da Sociedade Portuguesa de Ortodontia – iniciativa que reuniu, no Porto, vários especialistas internacionais com objetivo de debater temáticas associadas a esta área do saber.

Durante a iniciativa, Rute Sofia Ferreira, estudante da Especialização em Ortodontia Clínica da FMUP, conquistou o prémio de melhor apresentação sobre a forma de poster científico. Já o prémio de melhor apresentação oral foi atribuído a Pedro Sousa, estudante do Mestrado em Cirurgia Ortognática e Ortodontia da instituição. O desenvolvimento de ambos os trabalhos contou com o apoio dos docentes das formações pós-graduadas em Ortodontia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Pedro Sousa, estudante do Mestrado em Cirurgia Ortognática e Ortodoxia, conquistou o prémio de melhor apresentação oral.

Durante o evento, Armando Dias da Silva, docente da FMUP, foi também eleito o novo presidente da Sociedade Portuguesa de Ortodontia. “O estabelecimento de parcerias estratégicas com outrassociedades científicas e a aposta em formações focadas nas novas tecnologias são dois dos eixos que pretendemos explorar nos próximos dois anos”, explica Armando Dias da Silva. “Além disso, e tendo em conta a importância da partilha de conhecimento, queremos investir na realização de mais eventos científicos focados na área.”, acrescenta o docente.

Armando Dias da Silva, docente da Faculdade de Medicina da U.Porto, é o novo presidente da Sociedade Portuguesa de Ortodontia

Estas distinções vêm, uma vez mais, reforçar o posicionamento da FMUP de unir a formação prática e a investigação cientifica. Deste modo, os estudantes da Faculdade Medicina da U.Porto serão capazes não só de atuar em contextos multidisciplinares, mas, também, de serem eles próprios produtores de conhecimento e agentes ativos da investigação.

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